Na expectativa de aumentar as vendas no Natal e deixar para trás definitivamente o “fantasma” dos estoques encalhados pelos efeitos da crise econômica, os comerciantes adotam estratégias para baixar o custo das mercadorias e apostam em "agrados" especiais aos clientes para buscar um diferencial sobre a concorrência.
“Tem que ter um pouco de criatividade, adotar margens de lucro mais reduzidas”, afirma Emílio Alfieri, economista da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), que prevê aumento entre 5% e 6% no movimento do comércio da capital paulista este ano. Para Alfieri, este restultado é bastante razoável para um Natal pós-crise. “O Natal não vai salvar o ano, mas já sinaliza o ritmo de 2010”, diz.
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